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ASSÉDIO MORAL, PERSEGUIÇÃO E CÁRCERE PRIVADO NO ROLDÃO

Sindprodem faz fiscalização nas lojas do Roldão, após receber inúmeras denúncias. Os promotores são proibidos de usar os refeitórios das lojas e de esquentar a marmita para não gastar luz.

Em algumas lojas, são obrigados a comer sentados nesses caixotes sem o mínimo de estrutura, do lado de fora da loja, em péssimas condições.


“Só podemos comer na loja se comprar valinho, o refeitório é fechado, se trazer marmita tem que comer na rua ou dentro do banheiro para ninguém ver, porque não tem local para comer por perto. Também sofremos pressão, perseguição e precisamos de autorização para sair” depoimento da promotora da loja Roldão Nações Unidas.

Na Baixada Santista, “Fui na loja de Praia Grande e não existe refeitório e na loja de Guarujá encontrei as promotoras sentadas nos caixotes. Vamos continuar fiscalizando e lutando pelo direito dos trabalhadores” relata o diretor Djalma Sutero.


O sindicato enviou as denúncias para o MTE, e solicitou uma medicação por assédio moral, perseguição e cárcere privado, que será hoje às 14h00.

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