Em discurso, Bolsonaro ironiza mortes diz que ‘mimimi’ têm que acabar

Na última quinta (04), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atacou a recomendação da OMS (Organização Mundial de Saúde) que defende o lockdown para evitar o colapso no sistema de Saúde por conta do avanço da Covid-19.

Em meio ao pior momento do país na pandemia, Bolsonaro classificou como ‘frescura’ e ‘mimimi’ as recomendações de isolamento social e fechamento de serviços não essenciais, indo na contramão do que dizem as autoridades médicas no Brasil e no mundo.

As declarações foram dadas durante evento de inauguração de um trecho da ferrovia Norte-Sul em São Simão (GO), que facilitará o transporte da produção agrícola do sudeste goiano até o porto de Santos (SP). O presidente falou diretamente aos produtores rurais da região.

“Vocês [produtores rurais] não ficaram em casa, não se acorvadaram. Temos que enfrentar nossos problemas. Chega de frescura, de mimimi, vamos ficar chorando até quando? Respeitar obviamente os mais idosos, aqueles que têm doenças. Mas onde vai parar o Brasil se nós pararmos?”, afirmou o presidente.
Pode-se concluir que o presidente abandonou seu povo e só pensa em proteger os próprios filhos, que não se constrangem em ostentar mansões milionárias, enquanto os trabalhadores sofrem sem o auxílio a que têm direito, com o atraso na vacinação e com o descontrole da disseminação do vírus.

Chega de frescura e mimimi, Bolsonaro!

Onde estão os empregos prometidos? Cadê o auxílio emergencial? Onde estão as vacinas contra a covid-19? Por que a vacinação está lenta, desorganizada e sem transparência? #ForaBolsonaro

 

Via Mundo Sindical e Dn.pt

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